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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Carta de uma mãe com Alzheimer para sua filha



Essa carta tem circulado por diversas páginas e blogs da internet. A comoção do leitor ao entrar em contato com as palavras da mãe que, antes do agravamento de sua doença, previne a filha de seus sintomas e a aconselha sobre como lidar com eles, imediatamente nos faz refletir sobre nossos valores e o que realmente importa em uma relação de amor e cumplicidade familiar.
Abaixo copio a carta para que leiam e reflitam, uma vez que uma doença como oAlzheimer testa nossos limites físicos e emocionais o tempo todo. Mensagens assim nos ajudam para que, nos momentos de impaciência, busquemos forças para nos lembrarmos que uma relação  de uma vida vale muito mais do que um momento de impaciência.
Espero que leiam, reflitam e compartilhem!
Nossos idosos merecem!

Josie Conti

CARTA DE UMA MÃE COM ALZHEIMER PARA SUA FILHA

Querida filha,

Escute com atenção o que tenho para falar. O dia que esta doença se apoderar totalmente de mim e eu não for mais a mesma, tenha paciência e me compreenda. Quando eu derrubar comida sobre minha roupa e esquecer como calçar meus sapatos, não perca sua paciência.
Lembre-se das horas que passei lhe ensinado essas mesmas coisas.
Se ao conversar com você repito as mesmas palavras e você já sabe o final da historia, não me interrompa e me escute. Quando era pequena tive que contar-lhe mil vezes a mesma historia para que você dormisse.
Quando fizer minhas necessidades em mim, não sinta vergonha nem fique brava, pois não posso controlar-me. Pense em quantas vezes, quando era uma menina, te limpei e te ajudei quando você também não podia controlar-se.
Não se sinta triste ao me ver assim. É possível que eu já não entenda suas palavras, mas sempre entenderei seus abraços, seus carinhos e seus beijos.
Te desejo o melhor para sua vida com todo o meu coração.

Sempre sua mãe!




Fonte matéria: CONTI outra, artes e afins
Fonte imagem: Dr. Rondó

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Os 5 estágios do luto descritos e exemplificados

Stas Martynov

Negação, raiva, barganha, depressão e finalmente a aceitação são os 5 estágios do luto que aparecem enquanto as pessoas vão adaptando suas reações ao tentar lidar com uma determinada realidade.
O luto é enfrentado não só quando existe a morte mas também com perdas materiais, em deternimadas situações de mudança ou perda da convivência com alguém.
As fases variam em tempo e podem oscilar e não acontecer necessariamente nessa ordem, mas essa é a sequência mais comum.
O modelo dos 5 estágios foi proposto por Elisabeth Kübler-Ross em seu livro On Death and Dying, publicado em 1969. Os estágios se popularizaram e são conhecidos como Os Cinco Estágios do Luto (ou da Dor da Morte, ou da Perspectiva da Morte).
Qualquer semelhança com situações cotidianas provavelmente são a mais pura realidade.
Uma maneira simplificada de ver os estágios pode ser descrita através das frases:
Negação: "Isso não pode estar acontecendo."
Raiva: "Por que eu? Não é justo."
Barganha: "Me deixe viver apenas até meus filhos crescerem."
Depressão: "Estou tão triste. Por que me preocupar com qualquer coisa?"
Aceitação: "Tudo vai acabar bem."
Espero que as informações tenham ajudado!
Josie Conti

Descrevo os 5 estágios no video: